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PSICÓLOGO GEOFILHO FERREIRA MORAES
HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO

 

 

Por psicólogo Geofilho Ferreira MOraes
CRP-12/10.011
Data: 03 de abril de 2012

CARVALHO, A.V.; NASCIMENTO, L.P. Administração de Recursos Humanos. Vol. I e II. São Paulo: Pioneira, 2004.

CAPÍTULO 8 - HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO:

“Promover um estilo de vida saudável dentro da empresa é fazer economia.” ( Ricardo de Marchi, médico especializado em medicina do trabalho).
Objetivos do capítulo:
1 Destacar a importância e o alcance da higiene e segurança no trabalho dentro do contexto dinâmico de RH.
2 Conscientizar o leitor acerca do aumento da produtividade e da melhora das condições ambientais através de medidas adequadas de higiene e segurança Do trabalho.
Estudando e assimilando o presente capítulo, você estará em melhores condições de:
a) conhecer e aplicar de maneira eficiente medidas de higiene e segurança no trabalho; e
•b) identificar superar eventuais falhas na utilização de instrumentos e procedimentos de higiene e segurança no trabalho.

INTRODUÇÃO À HIGIENE DO TRABALHO
A atividade de Higiene do Trabalho (HT), no contexto da gestão de RH, inclui uma
série de normas e procedimentos visando, essencialmente à proteção ‘a saúde física e
mental do empregado, procurando resguardá-lo dos riscos de saúde relacionados com o
Exercício de suas funções e com o ambiente físico onde o trabalho é executado.
Igualmente denominada de “Higiene Industrial”, a HT é, hoje, reconhecida como uma ciência do reconhecimento, avaliação e controle dos riscos à saúde, na empresa, visando à prevenção das doenças ocupacionais.
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em seu Capítulo V, Seção 1, preceitua:
“Art. 157— Cabe às empresas:
1 — Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2 — instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às preocupações a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
 3— adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4 — facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente”

2. OBJETIVOS DA HIGIENE DO TRABALHO
Entre as finalidades da Higiene do Trabalho, destacam-se:
— “eliminação das causas das doenças profissionais;
— redução dos efeitos prejudiciais provocados pelo trabalho em pessoas doentes ou portadores de defeitos físicos;
— prevenção do agravamento de doenças e de lesões; e
— manutenção da saúde dos trabalhadores e aumento da produtividade por meio de controle do ambiente de trabalho” (1).
Os objetivos acima podem ser perfeitamente atingidos por intermédio das seguintes providências:
• “pela educação dos operários, chefes, capatazes, gerentes etc., indicando os
• perigos existentes e ensinando como evitá-los;
“• mantendo constante estado de alerta contra os riscos existentes na fábrica; e pelos estudos e observações dos novos processos ou materiais a serem utilizados” (2).

3. CONDIÇÕES FÍSICAS DE TRABALHO
O processo de HT envolve, paralelamente, a análise e o controle das condições de trabalho da organização, as quais influenciam, obrigatoriamente, o comportamento humano.
Basicamente, a HT se preocupa com as condições de natureza física do trabalho, a saber:
Como é sabido, o metabolismo do corpo humano leva, necessariamente, à produção de calor. Este, em excesso, deve ser eliminado pelo indivíduo através de seus mecanismos biológicos próprios.
Dessa forma, o nosso organismo, eliminando calor em excesso, mantém o equilíbrio térmico com o ambiente. O sistema de trocas técnicas constitui-se no recurso pelo qual o organismo busca atingir esse equilíbrio.
No que tange à temperatura no local de trabalho, a CLT aponta o seguinte procedimento:
“Art. 176— Os locais de trabalho deverão ter ventilação natural, compatível com o serviço realizado.
“Parágrafo único — A ventilação artificial será obrigatória sempre que a natural não preencha as condições de conforto térmico”.

3.1.1 — EFEITOS DO CALOR SOBRE A Produtividade DO EMPREGADO
O grau de calor sofre variações com base no trabalho executado pelo empregado. Dada tal relação, a temperatura ambiental exerce sobre as pessoas que executam tarefas mais pesadas - trabalho em minas, no subsolo, por exemplo—, maior influência do que sobre os funcionários que trabalham em escritório, por exemplo.

Formulada há algumas décadas atrás, a pesquisa conduzida por N. H. MackWorth tem plena aplicação atual.

O trabalho que serviu de base para as pesquisas de Mackworth exigia enorme esforço despendido pelo operário na movimentação de uma alavanca em um trabalho de perseguição.

A linha “a” do Quadro 8.1 reproduz os resultados dessa operação, onde se nota a incidência progressiva de erros cometidos pelo trabalhador à medida que a temperatura ambiente aumenta.
Já um tipo de serviço mais leve — letra “b” —do mesmo esquema, observou que os efeitos do calor sobre o desempenho do telegrafista foram bem mais suaves.

Estudos físicos e biológicos comprovaram que, exposto por muito tempo a temperaturas elevadas, o ser humano pode sofrer danos graves à sua saúde. O recurso natural utilizados pelo homem com vistas a aumentar a circulação periférica, para melhor dissipar o calor interno do organismo, obriga o sistema cardiovascular a um trabalho forçado, o que pode vir a causar cardiopatias sérias.

Paralelamente, é sabido que o suor excessivo leva ao desequilíbrio orgânico, com perda de água e sal. Esta perda precisa ser permanentemente reposta, pois é necessário que o ser humano, sob condições térmicas desconfortáveis, beba 150 ml de água a cada 20 m (a uma temperatura de aproximadamente 15°C) e receba um grama de cloreto de sódio para cada litro de água ingerido.

3.2 — ILUMINAÇÃO
A legislação obriga a empresa a manter condições mínimas de iluminação nos locais de trabalho, conforme preceitua a CLT em sua Seção.VII (“Da Iluminação”):
“Art. 175 — Em todos os locais de trabalho deverá haver iluminação adequada, natural ou artificial, apropriada à natureza da atividade.
§ “1.0 — A iluminação deverá ser uniformemente distribuída, geral e difusa, a fim de evitar ofuscamentos, reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos”.
Os níveis de iluminação dos locais de trabalho, em função de cada tipo de atividade, são definidos pela ABNT, conforme determina o Art. 181 da CLT:
“Ar. 181—Os que trabalharem em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico”.
A Norma NB-57/58, da ABNT, busca responder à questão central:
— “Quanta iluminação deve ser prõporcionada a uma determinada atividade?”
O nível de iluminação para determinado tipo de atividade leva em conta dois aspectos:
a) desempenho visual; e b) conforto visual.

A — Finalidades

Os principais objetivos da iluminaria no ambiente de trabalho são:
• Possibilitar adequada distribuição de luz.
• Evitar o ofuscamento.
• Proteger as fontes contras as agressões mecânicas e físicas.
• Proporcionar um ambiente decorativo.
B — Formas de Iluminárias
8.1—Direta
Neste tipo de iluminária, a luz incide diretamente sobre a superfície iluminada. A iluminação direta é mais eficaz sobre determinada área, possibilitando um aproveitamento máximo da energia consumida.
Como desvantagem, obrigando a utilização de protetores sobre os olhos.

B.2 — Semidireta
Trata-se de uma forma de iluminação combinando a luz direta vinda da luminária com uma quantidade razoável de luz oriunda das paredes, equipamentos e do teto.

B.3 -- Indireta
A iluminação indireta faz a luz incidir sobre a superfície a ser iluminada por meio da reflexão sobre paredes e tetos. É a forma de iluminação mais antieconômica que existe, com consumo elevado de energia comparativamente a outros tipos de iluminação. Á luz fica oculta da vista por alguns dispositivos ou anteparos opacos.

3.3 — RUÍDO
A palavra “ruído” é normalmente associada à expressão “poluição sonora”, a qual, por sua vez, tornou-se bastante familiar à nossa civilização, principalmente como crescimento desordenado das grandes cidades e aexpansão tecnológica aviões, automóveis, trens, máquinas e outros engenhos. Como não podemos viver sem esses avanços, há que se encontrar meios para amenizar os efeitos danosos dos ruídos em excesso.

3.3.1 —A MEDIÇÃO DO SOM
Como é sabido, as características físicas do som são identificadas em termos de freqüência e de intensidade.
A freqüência do som é manifestada em termos de ciclos por segundos — cps — ou em termos de Hertz (Hz); os dois termos se equivalem.
Por sua vez, a intensidade do som é medida em escala de decibéis (dB), constituindo-se numa escala logarítmica a qual justifica o fato de que uma diferença de dez dBs em intensidade projeta, na verdade, uma diferença dez vezes maior em intensidade de som.

Pesquisas efetuadas por especialistas em acústica indicam grande impacto dos níveis altos de ruídos sobre a audição do empregado, considerando-se que o nível máximo de intensidade de ruído em um ambiente de trabalho é de 85 decibéis (Portaria n.° 491, de 16/09/65, do Ministério do Trabalho.
De sua parte, o Anexo n.° 1, da Norma Regulamentar (NR) 15 — “Atividades e Operações Insalubres” — conforme Portaria n.° 3.214, de 08/08/78, do Ministério do Trabalho.

EXERCÍCIO N°1
Assunto: “Condições Físicas de Trabalho”.
Embora você não disponha de aparelhos especiais para aferir os níveis de ruído à sua volta, pode ter condições mínimas de identificar os índices de temperatura e iluminação em seu ambiente de trabalho.
Procure verificar. como andam esses índices, buscando meios para diminuir a intensidade quanto à temperatura e melhoria dos níveis de iluminação, se for o caso.

4. SAÚDE NO TRABALHO
4.1 — ERGONOMIA
“A principal finalidade da ergonomia consiste em harmonizar a relação homem-máquina, adaptando esta às peculiaridades.
“Daquele que a opera.”
Colin Palmer, ergonomista inglês.
Também denominada de “Engenharia dos Fatores Humanos”, a Ergonomia constitui-se no processo que busca a elaboração de projetos que têm como finalidade diminuir ao máximo o esforço do empregado no manuseio de seus instrumentos de trabalho — máquinas, equipamentos, ferramentas, mobiliário etc.
Ergonomia é um vocábulo de origem grega: “erg” = trabalho + “nomos” = leis, ou seja, literalmente — “as leis que regem o trabalho”. É, desse modo, um estudo científico do ser humano relacionado com o seu ambiente de trabalho.
4.1.1 — EMPREGO DA ERGONOMIA
O relacionamento entre o operador e a máquina envolve não só o ajustamento do primeiro à última, como, principalmente, a adaptação da máquina ao trabalhador.
Tanto o operário como o componente físico de suas tarefas têm características específicas e que exigem tratamento diferenciado para cada situação de trabalho. De modo geral, o especialista em ergonomia desenvolve o seguinte esquema de atuação:
1.0) Estuda detidamente o cargo, verificando o que o operador precisa fazer (veja, a propósito, o Capítulo dedicado à administração de cargos e salários).
2.”) Considera em primeiro lugar aquilo que o trabalhador tem que ver e ouvir, para informar-se das condições ambientais do trabalho — máquinas e materiais; em segundo lugar, os controles, isto é, todas as partes sobre as quais o operador exerce força muscular, a fim de modificar o estado da máquina; e, finalmente, em terceiro lugar, o “ambiente do trabalho”.
3•0) Especifica os requisitos indispensáveis ao projetar um sistema de mostradores e controles.

4•0) Verifica a validade, do novo sistema.
5.0) Prevê os resultados prováveis de qualquer inovação que seja recomendada.
Quanto ao ocupante do cargo, o êxito da Ergonomia pode ser avaliado em função das respostas às seguintes questões:
Ia) A posição do operador é confortável?
2R) Se a posição é confortável, ótimo; mas será que não é necessária grande quantidade de força para a operação?
3 O operador pode alcançar todos os controles sem se esticar inteiramente sobre a máquina?
4,a) O trabalho de manutenção pode ser realizado por alguém que não seja um anão contorcionista?
5•a) O manual de instruções está redigido em linguagem acessível ao operador?
6.a) Os controles de emergência estão próximos da posição normal de trabalho?
Essencialmente, a Ergonomia se ocupa de duas áreas em sua ação, a saber:
4.1.2 —ÁREA INSTRUMENTAL
Este campo ergonômico compreende os seguintes tipos de recursos:
A — Mostradores
Os mostradores se apresentam, principalmente, em duas modalidades:
• Mostradores estáticos: sinais fixos, material impresso, rótulos etc.
• Mostradores dinâmicos: relógios, velocímetros, rádios etc.
A.1 — Finalidades dos Mostradores
• Transmitir informação quantitativa, isto é, valores quantitativos tais como:
peso, pressão, distância etc.
• Transmitir informação qualitativa, quer dizer, o valor aproximado de uma variável contínua, ou uma indicação de sua tendência, taxa de mudança etc., tal como níveis de temperatura, por exemplo.
• Transmitir informação de verificação, isto é, uma indicação no que se refere a uma variável contínua inconstante ou que está dentro de uma amplitude normal ou aceitável.
• Transmitir informação alfanumérica ou simbólica.

B- controles:
É através dos instrumentos de controle que são acionados sistemas ou transmitidas informações. São exemplos desses controles: pedala, alavancas, manivelas, botões etc.
Qualquer que seja o tipo de controle ergonômico, este deve ser de fácil acesso ao operador e perfeitamente adaptado às partes do corpo —pés, mãos, dedos etc. — que irão acioná-lo.

Na verificação dos instrumentos de controle ergonômico há que se levar em conta as seguintes questões:
— “É possível ver imediatamente qual é a situação indicada pela posição dos controles — por exemplo: ligado ou desligado?”
— “A mão de controle impede a leitura do mostrador?”
— “É possível indicar a posição zero com uma parada?”
— “É possível reconhecer os controles por meio de diferenças na forma, cor, tamanho?”

4.1.3 - ÁREA DE ESPAÇO DE TRABALHO
Os Assentos
Ao projetar o espaço de trabalho, o ergonomista deve considerar que, fora situações absolutamente excepcionais, há necessidade de se prever um banco ou cadeira para o empregado. A Medicina do Trabalho reconhece que se um funcionário permanece praticamente imóvel, muitas horas seguidas, corre sérios riscos quanto ao aparecimento de varizes, aumento acentuado da fadiga e queda na produtividade.
A CLT, em seu Artigo 199, determina: -
“Art. 199— Será obrigatória a colocação de assentos que assegurem postura correta ao trabalhador, capazes de evitar posições incômodas ou forçadas, sempre que a execução da tarefa exija que trabalhe sentado.”
Mais recentemente, ortopedistas, fisiologistas e anatomistas vêm estudando em .. Profundidade as sensações de conforto e desconforto do empregado ao sentar-se para executar suas tarefas.
Nessa linha de pesquisa, há algum tempo atrás, a Rhodia juntamente com a Fundacentro, órgão do Ministério do Trabalho que atua na prevenção de acidentes e Doenças profissionais realizaram em conjunto um estudo antropométrico envolvendo 300 dos 1200 funcionários administrativos da mencionada empresa.
A relação corpo-cadeira
(a cadeira antropométrica de a Fundacentro penete tirar dez medidas da relação entre o corpo humano e o posto de trabalho):
— ASSENTO-PÉ
Distância vertical entre a sola do sapato e a superfície do assento—determina a altura correta do assentos.
2— SACRO-POPLITEA
distância entre a cavidade popliteal e a ponta mais dorsal do tronco — determina a profundidade dos encostos.
3—ASSENTO-CABEÇA
distância vertical entre o assento e o ponto mais alto da cabeça— determina a altura dos apoios para a cabeça
4—ASSENTO - OLHO
distância vertical entre o ponto mais lateral do olho na intersecção da pálpebra superior com a Inferior — determina a linha de visão em relação a telas de vídeo, painéis etc.
5—ASSENTO-OMBRO
Distância vertical entre a superfície do assento e o ponto mais lateral do ombro
— determina a altura do espaldar das cadeiras
6—ASSENTO-COTOVELO
distância vertical entre o plano do assento. o cotovelo, como braço na vertical e o antebraço na horizontal —determina a altura dos braços das poltronas
7—ASSENTO-ALTURA DA COXA
Distância vertical entre o assento e a parte mais alta da coxa. Junto ao abdômen.
— determina a distância entre o plano do assento e a altura do vão de entrada para as pernas
a — POPLÍTEA-EXTREMIDADE DO JOELHO
Distância horizontal entre a cavidade poplítea e o ponto mais anterior do joelho — determina espaços mínimos para o Joelho
8 COMPRIMENTOS DO PÉ
Distância horizontal entre o calcanhar e o ponto do calçado — determina a dimensão dos apoios para os pés
10— LARGURA DO PÉ
Distância horizontal entre os pontos laterais do calçado—determina a largura mínima para apoio dos Pés.

A.1— Objetivos do Assento
As principais finalidades do assento como recurso ergonômico são:
• Permitir ao indivíduo uma postura adequada e estável durante a execução de seu trabalho.
• Possibilitar um estado de conforto ao empregado por meio do relaxamento de músculos não exigidos para a execução das tarefas.
• Aliviar o peso dos pés do operador. -
A Figura abaixo apresenta sugestões de dimensões (em polegadas) para cadeiras industriais:
Figura 8.8 — Dimensões recomendadas para cadeiras industriais (12).
Além dos assentos, outros aspectos das instalações na área de espaço de trabalho devem merecer a atenção e os cuidados do ergonomista, levando-se em conta as medidas físicas dos operários e a adaptação dos membros do corpo. São as mesas, bancadas, superfícies de trabalho horizontais e verticais e a localização e o arranjo físico de controles, instrumentos e materiais.
B — A Questão dos Painéis
Um painel de instrumentos inadequado e confuso prejudicará a operação de mostradores e Controles especialmente projetados para uma determinada finalidade. A fim de evitar tais distorções, o ergonomista necessita:
• a) analisar em profundidade como os controles e mostradores deverão ser acionados pelo operador; e
b) ordenar a colocação desses instrumentos de modo a orientar o trabalhador a identificá-los e a manuseá-los com rapidez, facilidade e segurança.
A disposição dos instrumentos em um determinado painel o corte de duas maneiras:
B.1 — Disposição de Seqüência Fixa
Quando as tarefas são executadas de maneira seqüenciada, os instrumentos devem ser ordenados no painel de maneira fixa. O exemplo mais simples de disposição de instrumentos fixos é o painel do automóvel, cuja seqüeicia é a seguinte:
1 Operador (motorista)
chave de ignição
+
partida do motor
+
acelerador
+
freio de mão
+
embreagem
+
alavanca de Câmbio

B.2 — Disposição de Acordo com Suas Funções
Há inúmeros instrumentos que não precisam ser manuseados de forma seqüencial fixa. Quando isso ocorre, os controles e mostradores devem ser agrupados de conformidade com suas funções, colocando-se os instrumentos mais importantes e utilizados em posições mais adequadas. Ao alcance sem esforço dos braços.

EXERCÍCIO Nº2
Assunto: “Ergonomia”.
A divisão industrial de uma importante produtora de bens de Consumo (alimentos) procedeu a uma cuidadosa pesquisa sobre o mobiliário — assentos e bancadas — da seção de triagem de produtos semi-acabados, onde trabalham perto de 30 operárias, as quais passam muitas horas sentadas. Com a assistência de uma empresa especializada, chegou-se à conclusão que o mobiliário precisa ser substituído, tendo em vista o conforto das funcionárias e o conseqüente aumento da produtividade.
A direção da empresa, examinando o assunto, autorizou a divisão industrial a comprar o mobiliário necessário pelo menor preço do mercado.
Por sua vez, a divisão industrial considerou os móveis “padronizados” disponíveis no mercado como inadequados para o uso das operárias, criando-se com isso um impasse com a direção geral da organização.
Na condição de gerente industrial da empresa acima, como você argumentaria para convencer a direção sobre a necessidade de adquirir mobiliário ergonômico para as funcionárias em questão?

4.2 — SAÚDE MENTAL NA EMPRESA
A relação entre saúde mental e o trabalho é assunto pouco estudado e pesquisado no Brasil. Por Outro lado, o alcoolismo, o consumo de drogas, o surgimento de fobias e doenças psicossomáticas — úlceras, gastrites, hérnia de hiato, problemas cardíacos etc. — são alguns dos distúrbios que podem se manifestar em função de desajustes mentais do indivíduo em seu ambiente de trabalho.
Embora o tema de saúde mental na organização não seja debatido em nosso meio com a ênfase necessária, um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 1985 informava que “entre 1 a 3% do Produto Nacional Bruto dos EUA era perdido anualmente em virtude da queda da produtividade e absenteísmo causados por problemas emocionais no trabalho”.

Esse mesmo relatório cita pesquisa que mostrou que os problemas de extenuação nervosa pelo trabalho atingem 53,8% dos executivos, 56,9% dos técnicos de nível superior, 15,3% dos trabalhadores qualificados não braçais e 10% dos trabalhadores braçais (14).

É sabido que o trabalho, em si, é um fator extremamente importante para a saúde de muitas pessoas, promovendo a realização do indivíduo em seus vários níveis, mas, por outro lado, pode constituir-se num fator desencadeante de uma série de problemas psíquicos.

Assim, a relação existente entre a saúde mental e o trabalho depende, entre outros, das características intrínsecas do cargo — monotonia, risco de vida, nível de ruído etc. —, ambiente de trabalho, ambiente familiar e aspectos sociais, políticos e econômicos do país.

Entre as causas que podem prejudicar psiquicamente o seu trabalho, estão:

a) dificuldades de relacionamento entre os vários níveis;                               b) posições ambíguas do funcionário—poder sobre os subordinados e submissão aos superiores; e
c) limitação da criatividade no trabalho.
Algumas empresas já começam a se preocupar com os efeitos de distúrbios  como o alcoolismo e consumo de drogas.
Certas medidas podem ser adotadas pela organização para melhorar as condições de trabalho, como, por exemplo, programação de atividades de lazer durante o período de serviço para certas profissões problemáticas (digitação, operários da linha de produção contínua etc.)

Ao mesmo tempo, a empresa deve tomar algumas providências capazes de diminuir os desajustes profissionais, tais como:
• Definir melhor o papel do empregado dentro do processo de produção.
• Estimular a participação do funcionário na estrutura organizacional, conforme estudaremos no volume II.
• Melhorar as relações de trabalho.
• Preparar o empregado para melhor aceitar novos métodos e técnicas de trabalho.
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO

1) Porque, em sua opinião, muitos empresários não levam em conta a abordagem ergonômica em suas relações com a força de trabalho?
2) O que deveria ser feito para reverter tal quadro?
3) No atual quadro recessivo e de instabilidade econômica do país, qual deve ser a posição do empresário face à problemática da saúde mental de seus empregados?
4) A legislação trabalhista no Brasil — Constituição, CLT etc. — contribui para que o empresário tenha uma melhor consciência de suas responsabilidades sociais no ambiente de trabalho? Por quê?

EXERCÍCIO Nº3
Assunto: “Auto-avaliação emocional”
O Dr. Hudson de Araújo Couto, médico de trabalho, apresenta interessante questionário de auto-avaliação destinado ao levantamento de seu comportamento emocional à luz das dez principais formas de vulnerabilidade ao estresse.
Procure responder às questões abaixo, não só com base no seu relacionamento profissional, como também na visão de seus grupos de referência — trabalho, lazer, igreja, amizades etc.
O gabarito de o exercício a seguir se encontra no final deste capítulo.
“1. Levo a vida de forma corrida, tentando realizar o máximo possível, sem perder tempo.
Sim (a) Não (b).
2. Aceito mudanças com grande facilidade, seja no trabalho, seja na sociedade, seja em casa e na vida familiar.
Sim (a) Não (b).
3. A sociedade em geral, o dinheiro, a manutenção de;”status” ou de poder induzem para que muitas vezes não se seja capaz de fazer muito do que se gostaria.
Concordo (a) Discordo (b).
4. As pessoas se beneficiam quando deixam para mais tarde a solução de seus conflitos, pois o tempo costuma dar um jeito para que tudo se resolva.
Concordo (a) Discordo (b).
5. Tenho dificuldade em deixar de pensar nas coisas do trabalho, mesmo quando posso e nada tenho a fazer.
Sim (a) Não (b).
6. Diante de uma situação nova ou desconhecida, que tenho de enfrentar sozinho, sinto absoluta tranqüilidade para superá-la.
Sim (a) Não (b).
7. Desejo ter um tipo de vida diferente da que estou levando, em algum aspecto ou em todos eles.
Sim (a) Não (b).
8. Levo as coisas de trabalho e os resultados que tenho que apresentar muito a sério, mesmo que isto implique em ter que trabalhar a mais ou. ter que entrar em conflito com as pessoas.
Sim (a) Não (b).
9. Sinto-me bastante motivado para ter os bens materiais que o dinheiro pode comprar.
Sim (a) Não (b).
10. Procuro pautar minha vida pela coerência a uma filosofia básica de vida, não ligada a coisas materiais.
Sim (a) Não (b)” (15).

5. SEGURANÇA NO TRABALHO
5.1 — INTRODUÇÃO
O “Jornal do Brasil”, em sua edição de 08.10.84, publicou notícia impressionante e dramática ao mesmo tempo:
“(...) em cada hora, 33 trabalhadores morrem no Brasil, vítimas da falta de segurança em seu emprego”.
Assim em 1984, ocorria a média de 17 acidentes de trabalho por minuto, somando 2 milhões e 50 mil feridos no ano, dos quais 72 mil se tornaram paralíticos.
Embora não tenhamos em mãos dados mais recentes, a imprensa tem apresentado um quadro desalentador, constituindo-se o Brasil num dos campeões mundiais em acidentes de trabalho.

5.2— CONCEITUAÇÃO
À luz da gestão de RH, a segurança do trabalho é identificada como sendo o
“(...) conjunto de medidas técnicas, educativas, médicas e psicológicas empregadas para prevenir acidentes, quer eliminando as condições inseguras do ambiente, quer instruindo ou convencendo as pessoas de práticas preventivas” (16).
A segurança do trabalho, como instrumento de prevenção de acidentes na empresa, deve ser considerada, ao mesmo tempo, como um dos fatores decisivos do aumento da produção.
Se levarmos em conta que os acidentes tem um peso extremamente negativo no processo produtivo,, ocasionando perdas totais ou parciais da capacidade humana de trabalho e de Equipamentos máquinas, ferramentas etc., poderão entender melhor a importância e o alcance da segurança do Trabalho.

5.3 — ACIDENTES E SEGURANÇA
Pode-se afirmar que o acidente, em termos de administração de RH, é um acontecimento não planejado e não controlado, onde a ação ou reação de um objeto, substância, radiação ou indivíduo, resulta num acidente pessoal ou na sua probabilidade.
Como se torna impraticável identificar e registrar o comportamento que poderia ter provocado o acidente ou lesão, os acidentes são encarados como ocorrências em que se manifestam lesões físicas, as quais, via de regra, constitui acidentes pessoais.
5.3.1 — CAUSAS DE ACIDENTES
Falando sob ponto de vista puramente preventivo, pode-se identificar a causa do acidente como sendo todo fator que, se não for removido a tempo, conduzirá inevitavelmente ao acidente propriamente dito.
Embora os acidentes não sejam inevitáveis e não se manifestem por acaso, eles são provocados e, por isso mesmo, podem e devem ser prevenidos através da eliminação de suas causas.
Há dois tipos de fatores na manifestação das causas de acidentes, ou seja:

A — Fatores Pessoais
Dependendo do próprio indivíduo, os fatores pessoais podem ser classificados da seguinte maneira:
Características
Pessoais:
Personalidade
Inteligência
Motivação
Aptidões sensoriais
Aptidões motores
Experiência
Etc.

Tendências
Predispositoras
do
comportamento:

Atitudes e hábitos indesejáveis
Falta de
habilidades
específicas
Tendência de assumir risco
Etc.

Tipos de
Comportamentos
em
Circunstâncias especificas:
Desatenção
Esquecimento
Percepção errada
Malogro em seguir procedimentos
Desempenho inadequado
Aceitação de risco excessivo
Etc.

incidência de
comportamento
específico de acidente
Coeficiente de probabilidade de comportamentos de acidente do indivíduo.
B — Fatores Materiais ou Situacionais
Os fatores materiais decorrem das condições dos locais de trabalho. O Quadro a seguir mostra alguns desses fatores:
Características
gerais da
situação:
Presença de agentes potencialmente causadores de
acidentes
Equipamento físico e arranjo
Objetos móveis
Ambiente
Etc.
Características Predispostas da situação:
Probabilidade de circunstâncias
provocadoras
• de acidentes, tal como falha no equipamento.
coincidências de eventos ou circunstâncias etc.
Incidência do comportamento
de acidente
Probabilidade de coeficiente
“normal” de comportamento de acidente.
Propensão (risco) de acidentes na situação:
Efeitos combinados de;
1) probabilidades de circunstâncias
provocadoras de acidentes, e
2) coeficiente “normal” de
Comportamento de acidente.
Não se pode esquecer o fato de que, via de regra, o acidente não é provocado por uma determinada causa isolada, mas sim por atos e condições inseguros que encadeiam o processo e provocam o acidente.
Em termos de prevenção de acidentes, as condições inseguras e os atos inseguros são igualmente importantes na gênese dos acidentes, devendo-se dar, em conseqüência, igual importância à remoção dos dois tipos de causas, ao contrário do que se costuma pensar a respeito.

5.4— CIPA
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) é uma imposição legal, cujo texto da CLT é:
“Art. 163— Será obrigatória a constituição da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes —CIPA, de conformidade com instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho, nos estabelecimentos ou locais de obra nelas especificadas.
Parágrafo único — O Ministério do Trabalho regulamentará as atribuições, a composição e o funcionamento das CIPA’s”.
A CIPA tem sido um recurso de extrema valia no sentido de prevenir e combater acidentes no trabalho, envolvendo, entre outras, as seguintes atividades:
• Orientação no combate ao fogo, bem como na utilização de protetores, equipamentos de segurança e outros instrumentos destinados a prevenir acidentes no local de trabalho.
• treinamento de equipes no combate a acidentes do trabalho.
• Controles na aplicação de medidas de segurança, sejam elas em virtude de lei, sejam determinados pela empresa.
• Encaminhamento diretoria de empresa sugestões e planos de trabalho que
visem diminuir e até eliminar acidentes.
5.4.1 —O COMBATE AO FOGO
Um dos grandes provocadores de acidentes e de vítimas é a manifestação do incêndio sob várias formas:
A — Incêndio Classe A
Pertencem à Classe Aos combustíveis que têm a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, deixando resíduos. Para ser debelado, toma-se necessário seu resfriamento e penetração do agente extintor.
B — Incêndio Classe B
São os combustíveis líquidos; queimam apenas em sua superfície, não deixando resíduos. Sua extinção é feita por meio de abafamento, isto é, isolando do mesmo o suprimento de oxigênio.
C — Incêndio Classe C
São os incêndios em equipamentos elétricos com “energia”, caracterizando-se por oferecerem riscos a quem irá combatê-los. -
Para sua extinção, é necessário um extintor que não conduza eletricidade. Quando a rede elétrica é desligada, não havendo mais energia, o incêndio passa a ser de classe A.

exercício Nº4
Assunto: “Acidentes no Trabalho
Recentemente, uma indústria conceituada e que investe somas consideráveis em matéria de segurança do trabalho manteve um relacionamento polêmico com o sindicato dos metalúrgicos da região onde a empresa atua.

A diretoria do mencionado sindicato passou a exigir a livre circulação de sindicalistas nos locais de trabalho da fábrica, exigência essa, no dizer do sindicato, para constatar focos de periculosidade. A organização não concordou com a “livre circulação” dos sindicalistas, afirmando que a CIPA, cujos membros são plenamente aceitos por ambas as partes tem funcionado normalmente nos últimos anos, com significativa queda dos acidentes de trabalho. -
Por sua vez, o sindicato diz que a CIPA tem “mascarado” os índices de periculosidade, principalmente depois que foram introduzidos novos métodos de trabalho mais “perigosos”, pois a velocidade da linha de produção aumentou muito e os operários não têm conseguido acompanhar o ritmo industrial da fábrica.
Como responsável pela área de RH da fábrica, como você agiria no caso acima?

DIAGNÓSTICO SOBRE HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO
1) Normalmente, as condições de temperatura no ambiente de trabalho são adequadas?
( ) Sim.
( ) Não.Porquê?
2) O sistema de iluminação no trabalho é eficiente? ( ) Sim. De que tipo?;
( ) direta;
( ) semidireta:
( ) indireta;
Outros. Quais? ( ) Não.Porquê?
OquepodeserfeitoparamelhOrá-lo?
3) A empresa controla constantemente os índices de acidentes de trabalho?
( ) Sim. Como éfeito o controle?
( ) Não.Porquê9 4) Como são atendidos os acidentes de trabalho?
5) São adequadas as instalações de proteção de equipamento e de prevenção de acidentes e de incêndio?
( ) Sim.
( ) Não.Porquê’
6) A empresa possui CIPA?
( ) Sim. Como são escolhidos os seus membros?
( ) Não.Porquê?
7) Como está constituída e quais são as atividades que a CIPA vem desenvolvendo?
8) Quais são as medidas adotadas no que diz respeito à segurança dos operadores em
seu trabalho?
( ) adotam equipamentos de proteção para o corpo;
( ) evitam o uso de adornos e objetos pendentes;
( ) evitam doenças profissionais;
( ) outras medidas. Quais? “(19).
QUESTIONÁRIO DE AUTO AVALIAÇÃO DO CAPÍTULO 8
1) A atividade de Higiene e Segurança no Trabalho, no contexto da gestão de RH,
inclui uma série de normas e ............ visando, essencialmente, a proteção da saúde e mental do empregado, procurando resguarda dos riscos de saúde relacionados como exercício de suas funções e o ..................
físico onde o trabalho é executado.
2) Em condições térmicas desconfortáveis, os especialistas recomendam o acréscimo de um determinado sal à base de um grama para cada litro de água ingerida. Como é chamado esse sal?
Respostas:..................
3) O nível de iluminação para determinado tipo de atividade leva em conta dois
aspectos: o desempenho e
a) a cor da iluminária empregada ( );
b) o tipo de iluminação desejada ( );
e) o conforto visual ( );
d) o ambiente a ser iluminado ( ).
4) A intensidade do som é medida em escala de Hertz (Hz) ou cps — ciclo por segundos.
Sim( )
Não( )
5) Também denominada de “Engenharia dos
a Ergonomia constitui-se no processo que busca a elaboração de projetos que
têm como finalidade diminuir ao máximo o do empregado
no manuseio de seus instrumentos de trabalho — máquinas
ferramentas, mobiliário etc.
6) Em termos ergonômicos, os mostradores se apresentam em duas modalidades. Quais são?
Resposta;...................
7) A chave seletora rotativa constitui-se num exemplo de:
a) controle ergométrico ( );
b) mostrador ergométrico ( );
c) mobiliário ergométrico ( );
d) espaço ergométrico ( ).
8) Falando do ponto de vista puramente , pode-se identificar a
do acidente como sendo todo o fator que, se não for removido
a tempo, conduzirá inevitavelmente ao propriamente dito.
9) O acidente, em termos de gestão de RH, é um acontecimento no planejado e não controlado.
Sim( ) Não( )
10) A que Classe de incêndio pertence a gasolina?
Resposta:............
GABARITO:
1) Procedimentos .... física .... ambiente.
2) Cloreto de sódio.
3) Alternativa c.
4) Não.
5) Fatores Humanos .... esforço .... equipamentos.
6) Estáticos e dinâmicos.
7) Alternativa a.
8) Preventivo .....causa .... acidente.
9) Sim.
10) ClasseB
VEJA CLASSIFICAÇÃO DO GABARITO ACIMA NO FINAL
DO CAPÍTULO1
GABARITO DO EXERCÍCIO Nº3
Assunto: “Auto-avaliação emocional “.
“Se você respondeu (a) a algumas das questões ímpares e respondeu (b) a alguma das questões pares, você é vulnerável ao estresse.
Naturalmente, quanto mais respostas (a) a questões ímpares e (b) a questões pares você tiver dado, tanto mais vulnerável você é ao estresse” (20).
REFERÊNCIAS Bibliográficas:
(1) BAPTISTA, Hilton. Higiene e Segurança do Trabalho (Rio de Janeiro: SENAI, Depto. Nacional, Divisão de Ensino e Treinamento). p. 15.
(2) Ibidem.
(3) MACKWORTI-1, N. H. Researches on the Measuremeni ofiluman Performance. Londres: Medical Research Council, Special Report Series 268, H. M. Stationery Office, 1950.
(4) VERDUSSEN, Roberto. Ergonomia e Racionalizaçüo Humanizada do Trabalho. Rio de Janeiro:
Livros T6cnicos e Científicos Editora, 1978, p. 90.
(5) Ibid.,p.91.
(6) Ibid., p. 92.
(7) Jbid., p. 135.
(8) VERDUSSEN, Roberto. Op. ci:., p. 34.
(9) McCORMICK, Brnest J. &TIFFIN, Joseph. Psicologia Industrial (tradução: Maria l4eloiza Scbabs Cappelalto), 2.1 edição revista. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1977, volume 3, p. .108.
(10) PALMER, Colin. Ergonomia (tradução: Almir da Silva Mendonça). Rio de Janeiro: Fundação
Getúlio Vargas, 1976, p. 107.
(11) Revista Exame, edição de 19.08.87, p. 93.
(12) PALMER, Coli. Op. clt., p. 143.
(13) McCORMICK, Ernest J. & TIFFIN, Joseph. Op. cl:., p. 33.